Mudanças na lei de agrotóxicos no Brasil violariam direitos humanos, afirmam relatores da ONU

Foto: EBC

Relatores das Nações Unidas enviaram no início de junho (13) um comunicado ao governo brasileiro manifestando preocupações com as propostas de mudança da lei de agrotóxicos no país. Os especialistas alertaram que, caso aprovadas, tais alterações violarão direitos humanos de trabalhadores rurais, comunidades locais e consumidores dos alimentos produzidos com a ajuda de pesticidas.

De acordo com os relatores, alguns pontos do projeto de lei revisam as regulações para registro de pesticidas e seu uso no Brasil com o objetivo de tornar as regras mais flexíveis, facilitando o registro e a propaganda desses produtos no país. Essas modificações podem enfraquecer a regulação e o controle de pesticidas perigosos no Brasil, maior consumidor e importador desses produtos no mundo.

Segundo os especialistas da ONU, cinco dos dez pesticidas mais vendidos no Brasil não são autorizados em diversos outros países devido a seus riscos à saúde humana ou ecossistemas.

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Fórum político sobre desenvolvimento sustentável começa na sede da ONU, em New York.

Representantes de governos, sociedade civil e setor privado reúnem-se em Nova Iorque, na sede das Nações Unidas, até a semana que vem (18) para o Fórum Político de Alto Nível sobre Desenvolvimento Sustentável.

Nesta edição do Fórum, 47 países apresentarão seus relatórios nacionais voluntários sobre o processo de implementação e acompanhamento dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). A delegação brasileira apresentará um documento que indica os avanços nacionais no alcance da Agenda 2030. Representantes do governo também participarão de eventos paralelos, workshops para a elaboração de revisões voluntárias nacionais e acompanharão discussões sobre exemplos de implementação dos ODS.

Com o tema “Transformação rumo a sociedades resilientes e sustentáveis”, o foco do encontro será avaliar o progresso na implementação dos dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e discutir casos de sucesso, desafios e lições aprendidas para a construção de um planeta mais pacífico, próspero e saudável até 2030.

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Defensores dos direitos humanos contribuem para eliminação de violações, diz representante da ONU

Em entrevista ao programa “Caminhos da Reportagem”, que foi ao ar na TV Brasil na semana passada (31), o então representante do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) para a América do Sul, Guillermo Fernández Maldonado, disse que o trabalho dos defensores de direitos humanos é essencial para garantir a eliminação de todas as violações a esses direitos globalmente.

“Para as Nações Unidas, é absolutamente fundamental o trabalho dos defensores e defensoras dos direitos humanos. São os indivíduos, os grupos e as instituições que contribuem para a eliminação definitiva de todas as violações de direitos humanos e liberdades fundamentais dos povos e dos indivíduos”, declarou.

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Defensores do planeta chama atenção para poluição dos mares e o excessivo uso de plásticos no dia mundial do meio ambiente.

No dia 5 de junho em comemoração do dia mundial do meio ambiente, a Defensores do planeta em conjunto com a ONU Meio Ambiente, utilizou do principal cartão postal da cidade do Rio de janeiro para chamar atenção dos cariocas e do Brasil para um grande problema mundial a poluição por micro plásticos nos rios, baias, praias e oceanos, convocamos a juventude da zona oeste do Rio de janeiro  para uma caminhada e limpeza das margens da baia de Guanabara, onde realizamos uma remada muito divertida em uma canoa polinésia podemos vislumbra a linda paisagem  da baia de Guanabara porem maculada por  vários lixos  plásticos que estavam boiando, ainda podemos ver peixes  mortos   por conta da poluição  e a grande quantidade de lixo , ou seja um grande dano a vida marinha.

“ Por ano, 8 milhões de toneladas de plástico são despejados no mar em todo o mundo, se levarmos em conta que o tempo de decomposição do plástico é de aproximadamente 400 anos, com essa poluição se repetindo a cada ano, o homem está causando um estrago praticamente irreversível ao meio ambiente. Se não pararmos já com isso, vamos liquidar de vez com a biodiversidade marinha? ” Afirma Mauro Pereira biólogo e diretor executivo da Defensores do planeta

Ainda como parte das nossas comemorações pelo dia mundial do meio ambiente junto com a ONU Meio Ambiente utilizamos da campanha “Acabe com a poluição plástica” para realizar palestras para crianças das escolas municipais da zona oeste e também fizemos um mutirão de limpeza na APA das Brisas em Guaratiba (área de proteção ambiental) , área importante da cidade do Rio, pois ainda guarda um manguezal e ainda apresentamos o projeto MCS Minha Casa Sustentável  em uma evento da  virada sustentável da cidade do Rio, projeto este focado na agenda 2030 sobre os Objetivos de desenvolvimento sustentável.

Ao todo nas atividades conseguimos a participação de 400 pessoas envolvidas direta ou indiretamente.

Resultados: Obtivemos um bom retorno no que tange a participação dos moradores, professores, alunos e parceiros ame da imprensa, conseguimos cumprir com nosso maior foco que é formação e informação, com isso atingimos nosso objetivo que foi em primeiro lugar chamar atenção para a grande quantidade lixo que utilizamos e descartamos, divulgar agenda 2030, através dos ODS 4, 6, 10, 11, 12, 14, 17, sendo assim desta forma trabalhamos a educação ambiental inclusiva e transformadora.

Fonte: Defensores do planeta

 

Poluição Plástica é tema do Dia Mundial do Meio Ambiente

A poluição plástica é atualmente uma das principais causas de danos ambientais, sendo os comportamentos e hábitos antrópicos o maior responsável pelos prejuízos causados ao meio ambiente e à saúde humana. Hoje, a produção de plásticos e o descarte inadequado do material tem crescido graduadamente, tendo como destinação final os corpos hídricos, mais que a metade desse plástico produzido.

Segundo o Relatório do Programa Ambiental da Organização das Nações Unidas (UNEP), 80% do lixo encontrado nos oceanos é plástico. São cerca de 13 milhões de toneladas despejadas no mar anualmente. Todo esse plástico entra nas correntes marinhas que circulam em grandes ilhas flutuantes de lixo poluindo praias e ilhas antes de alcançar o fundo do mar.

Um estudo do Fórum Econômico Mundial revela que em 2050 haverá mais plástico que peixes no mar. Somente no ano de 2015, 448 milhões de toneladas de plástico foram produzidos, isso é três vezes mais que o produzido na década de 60.

A maneira como consumimos também afeta os números do lixo plástico nos oceanos. Hoje, um dos principais vilões são as micropartículas plásticas encontradas em produtos de higiene, tais como cremes, sabonetes e pasta de dente. Também são encontradas na composição de produtos de moda, roupas feitas a partir de tecidos sintéticos que lançam no sistema de esgoto anualmente em torno de 30 mil toneladas de fibras sintéticas. Micropartículas plásticas não são biodegradáveis e podem ficar nos oceanos por centenas de anos. Há mais de 51 trilhões de microplásticos nos mares, e muito deles são ingeridos por animais marinhos, muito deles em extinção.

Estudos da Ocean Conservancy indica que 100% das tartarugas coletadas e amostradas tinham plástico no conteúdo de seu estômago. Recentemente, uma baleia da espécie cachalote, foi encontrada morta e encalhada na costa de Múrcia, na Espanha, com o equivalente a 29 quilos de sacolas plásticas em seu estômago. E não é só isso! Centenas de albatrozes morrem em ilhas do Oceano Pacífico Norte por ingestão de plásticos.

Diante dos problemas ambientais causados pelo plásticos, diversas organizações, pessoas e países tem se sensibilizado para reverter esses problemas. Aqui no Brasil, está em tramitação o Projeto de Lei do Senado de n° 92 de 2018, que dispõe da obrigatoriedade da utilização de materiais biodegradáveis na composição de copos, talheres, bandeja e pratos descartáveis; e o Projeto de Lei do Senado n°263 de 2018, que dispõe da proibição da distribuição de canudos e sacolas plásticas em estabelecimentos comerciais e da fabricação de produtos de higiene que tem em sua composição microplásticos.

O mês de junho data o Dia Mundial do Meio Ambiente, dia instituído em 1974 pela ONU para sensibilizar sobre a proteção da natureza. E este ano vem com o tema “Acabe com a Poluição Plástica” para conscientizar sobre a necessidade e a importância da preservação dos ecossistemas marinhos. Muitas organizações promoverão atividades e manifestos no dia 05/06 (Dia Mundial do Meio Ambiente) e ao longo da semana em todo o mundo. A Defensores do Planeta também não ficará fora disso!

Nós promoveremos uma Limpeza na Praia da Ponta Grossa, localizada na Pedra de Guaratiba, zona oeste do Rio de Janeiro. Uma praia com uma riquíssima biodiversidade e uma vista linda para o mar, mas que está cada vez mais assolada pelo lixo. Além de participar de grandes eventos como a Marcha pelos Oceanos que ocorrerá no Leme, no dia 09 de junho

Cada vez mais pessoas estão engajadas em reverter a poluição marinha e somente a ação coletiva é capaz de alcançar os objetivos. Então não deixe de fazer sua parte, conscientize-se!

Autor: Kaique César de A. Bragé ; Voluntário, membro da Equipe Jovens em Ação.

Fontes: ONU – CleanseasANDAClimatologia Geográfica.

Relator e chefe ambiental da ONU cobram reconhecimento do direito humano a um planeta saudável

 

Formalização do direito em nível global poderia vir por meio de resolução da Assembleia Geral, afirmaram o relator das Nações Unidas John Knox e o chefe ambiental da ONU Erik Solheim, em pronunciamento para o 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente.

Especialistas lembraram papel fundamental dos ambientalistas na proteção da natureza, mas alertaram: por semana, em alguma parte do mundo, em média quatro ativistas morrem por defender o planeta.

Reserva de vida silvestre no condado de Kent, em Maryland, nos Estados Unidos. Na imagem, vê-se o rio Chester, um dos cursos d’água que desemboca na Baía de Chesapeake.

Em pronunciamento para o Dia Mundial do Meio Ambiente, observado hoje (5), o relator das Nações Unidas, John Knox, e o chefe ambiental da ONU, Erik Solheim, cobraram que o organismo internacional reconheça o direito humano a um meio ambiente saudável e sustentável. Formalização do direito em nível global poderia vir por meio de resolução da Assembleia Geral.

“Infelizmente, os vínculos entre direitos humanos e o meio ambiente são frequentemente mais evidentes quando a degradação ambiental causa doenças, destruição e morte. Mais de 1 milhão de crianças morrem a cada ano como resultado, apenas, da poluição do ar e da água, e as mudanças climáticas e a perda da biodiversidade global ameaçam tanto as gerações presentes, como as futuras”, afirmou o comunicado.

Knox e Solheim ressaltaram que um meio ambiente saudável é necessário para a realização plena dos direitos à vida, à saúde, à alimentação, água e desenvolvimento.

“Ao mesmo tempo, o exercício dos direitos humanos como (o direito à) informação, participação, reparação e liberdade de expressão e associação é crítico para a proteção de um meio ambiente saudável”, enfatizaram os especialistas.

Por semana, em alguma parte do mundo, em média quatro ativistas morrem por defender o planeta.

Reconhecimento global

Os autores do posicionamento explicaram que mais de cem países já incluíram em suas constituições nacionais o direito a um meio ambiente saudável e sustentável. Outros adotaram o direito em legislações ou acordos regionais.

Uma medida para validar o direito em nível global “não solucionaria todos os problemas ambientais”, disseram Knox e Solheim, mas “deixaria claro que um meio ambiente saudável ocupa o mesmo nível de importância que outros direitos humanos e que, como outros direitos, tem de ser cumprido para que todas as pessoas tenham vidas de dignidade, igualdade e liberdade”.

“O reconhecimento do direito poderia assumir várias formas, incluindo a adoção de uma resolução pela Assembleia Geral”, acrescentou o comunicado. De acordo com os especialistas, a aprovação eventual de tal medida pelo organismo decisório da ONU seguiria padrão semelhante ao que ocorreu com os direitos à água e ao saneamento, reconhecidos pela Assembleia Geral em 2010.

“Nosso conhecimento de novas ameaças está crescendo — por exemplo, a maré crescente de poluição plástica exige mais atenção e uma resposta efetiva”, enfatizaram os especialistas. “Chegou a hora de as Nações Unidas darem um passo adiante, que tantos de seus membros já deram individualmente. ”

Erik Solheim lidera o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, ocupando o cargo de diretor-executivo da agência.

John Knox é relator especial sobre as obrigações de direitos humanos relacionadas ao usufruto de um meio ambiente seguro, limpo, saudável e sustentável.

Relator e chefe ambiental da ONU cobram reconhecimento do direito humano a um planeta saudável

Formalização do direito em nível global poderia vir por meio de resolução da Assembleia Geral, afirmaram o relator das Nações Unidas John Knox e o chefe ambiental da ONU Erik Solheim, em pronunciamento para o 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente.

Especialistas lembraram papel fundamental dos ambientalistas na proteção da natureza, mas alertaram: por semana, em alguma parte do mundo, em média quatro ativistas morrem por defender o planeta. 

Em pronunciamento para o Dia Mundial do Meio Ambiente, observado hoje (5), o relator das Nações Unidas, John Knox, e o chefe ambiental da ONU, Erik Solheim, cobraram que o organismo internacional reconheça o direito humano a um meio ambiente saudável e sustentável. Formalização do direito em nível global poderia vir por meio de resolução da Assembleia Geral.

“Infelizmente, os vínculos entre direitos humanos e o meio ambiente são frequentemente mais evidentes quando a degradação ambiental causa doenças, destruição e morte. Mais de 1 milhão de crianças morrem a cada ano como resultado, apenas, da poluição do ar e da água, e as mudanças climáticas e a perda da biodiversidade global ameaçam tanto as gerações presentes, como as futuras”, afirmou o comunicado. 

Knox e Solheim ressaltaram que um meio ambiente saudável é necessário para a realização plena dos direitos à vida, à saúde, à alimentação, água e desenvolvimento.

“Ao mesmo tempo, o exercício dos direitos humanos como (o direito à) informação, participação, reparação e liberdade de expressão e associação é crítico para a proteção de um meio ambiente saudável”, enfatizaram os especialistas. 

Por semana, em alguma parte do mundo, em média quatro ativistas morrem por defender o planeta.

Reconhecimento global

Os autores do posicionamento explicaram que mais de cem países já incluíram em suas constituições nacionais o direito a um meio ambiente saudável e sustentável. Outros adotaram o direito em legislações ou acordos regionais.

Uma medida para validar o direito em nível global “não solucionaria todos os problemas ambientais”, disseram Knox e Solheim, mas “deixaria claro que um meio ambiente saudável ocupa o mesmo nível de importância que outros direitos humanos e que, como outros direitos, tem de ser cumprido para que todas as pessoas tenham vidas de dignidade, igualdade e liberdade”.

“O reconhecimento do direito poderia assumir várias formas, incluindo a adoção de uma resolução pela Assembleia Geral”, acrescentou o comunicado. De acordo com os especialistas, a aprovação eventual de tal medida pelo organismo decisório da ONU seguiria padrão semelhante ao que ocorreu com os direitos à água e ao saneamento, reconhecidos pela Assembleia Geral em 2010.

“Nosso conhecimento de novas ameaças está crescendo — por exemplo, a maré crescente de poluição plástica exige mais atenção e uma resposta efetiva”, enfatizaram os especialistas. “Chegou a hora de as Nações Unidas darem um passo adiante, que tantos de seus membros já deram individualmente.”

Erik Solheim lidera o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, ocupando o cargo de diretor-executivo da agência. 

John Knox é relator especial sobre as obrigações de direitos humanos relacionadas ao usufruto de um meio ambiente seguro, limpo, saudável e sustentável.

FONTE: ONU MEIO AMBIENTE

INSCRIÇÕES: ODS – OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Estão abertas as inscrições para capacitação e formação em ODS no Estado do Rio de janeiro.

ODS – OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Se sua ONG, Escola, Universidade, Associação de moradores, Instituições religiosas, Prefeitura ou Empresa tem interesse em ser parte da nova Agenda 2030 da ONU, estaremos dando todas as informações e capacitação necessária sobre os ODS. Então, como forma de alcançar os objetivos de desenvolvimento sustentável, a Defensores do Planeta vai percorrer as instituições promovendo um curso de formação e capacitação de forma didática e descontraída, mostrando como trabalhar os ODS, em cada uma de suas metas, e como utilizá-los para melhorar o trabalho já desenvolvido por algumas destas instituições; e como forma de  ajuda teremos um edital financeiro ao término para fortalecer as ações já em curso ou formação de um pequeno projeto de replicabilidade estadual, além de receber um kit ODS e da participação no vídeo estadual dos ODS e se tornar membro da comissão estadual de ODS do Rio de Janeiro.

Se sua instituição desejar receber nossa visita e ser parte da construção do desenvolvimento sustentável, nos escreva e venha fazer parte da nova agenda do planeta.

Escreva propondo duas datas o nome do responsável, e-mail e o telefone.

Escreva para: mauropereira@defensoresdoplaneta.org.br

Coloque o nome da instituição, nome do responsável e telefone de contato, inscrição até dia 28/10/2018

Mauro Pereira – Diretor Executivo.

DEFENSORES NO FÓRUM SOBRE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA AMÉRICA LATINA

 

Entre os dias 18 e 20 de abril, aconteceu a segunda reunião do Fórum dos Países da América Latina e do Caribe sobre o Desenvolvimento Sustentável, que reuniu representantes de governos, empresas, instituições e a sociedade civil para revisar os avanços e as dificuldades na implementação da Agenda 2030 na América latina. O fórum que pelo segundo ano esteve sobre a presidência do México, reuniu representantes para debater metas comuns no processo de aplicação dos ODS. Sendo inicialmente pensado para reafirmar o compromisso e fidelidade dos governos latinos e do Caribe no cumprimento da Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável, afim de fomentar o debate sobre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a participação na sua implementação.
Nesta segunda reunião, sediada pela Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (CEPAL), foi apresentado o Segundo Relatório Anual sobre o Progresso e os Desafios Regionais da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável pela CEPAL.

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