Poluição e aquecimento dos oceanos são temas de conferência da ONU

Em junho, deve acontecer em Nova York a primeira Conferência das Nações Unidas sobre oceanos. O encontro pretende discutir e apoiar a implementação do SDG 14, a meta 14 do desenvolvimento sustentável, que se refere à conservação dos mares e recursos marinhos.

Os temas principais serão a poluição marinha, a crescente quantidade de plástico presente nas águas, a sobre pesca, a acidificação, o aquecimento provocado pelas mudanças climáticas e a necessidade de criar zonas de proteção em parques nacionais marinhos.

Na nota preparatória para a conferência, o comitê da ONU responsável pelo evento ressalta que mais de 80% da poluição marinha é derivada de fontes terrestres como descargas ribeirinhas, escoamento agrícola e industrial, descargas urbanas, águas residuais municipais ou industriais, deposição atmosférica, despejos ilegais ou indiscriminados, além de acidentes com navios e plataformas.

A densidade populacional nas zonas costeiras é muito mais elevada do que nas zonas mais afastadas do mar. A urbanização acelera ainda mais a tendência, potencializada pelo aumento previsto da população mundial. O escoamento das águas residuais, a poluição causada pela carga de nutrientes e as descargas de resíduos sólidos, plásticos e microplacas são grandes ameaças.

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Relatório do PNUD destaca grupos sociais que não se beneficiam do desenvolvimento humano.

Nos últimos 25 anos, o mundo registrou progressos importantes no desenvolvimento humano. Os ganhos, porém, não têm sido universais. Mulheres, grupos étnicos e raciais, populações rurais e cidadãos de alguns países não têm conseguido se beneficiar desses avanços. A conclusão consta no Relatório do Desenvolvimento Humanos (RDH) 2016, lançado mundialmente nesta terça-feira (21/3), pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

“Não será possível alcançar o desenvolvimento humano se metade da humanidade é ignorada. A desigualdade de gênero e a falta do empoderamento das mulheres é um desafio ao progresso global em todas as regiões e grupos”, diz o relatório, elaborado com base em dados até 2015. O documento – que explica as razões por que alguns grupos foram deixados para trás no desenvolvimento humano – traz também as políticas e estratégias nacionais e globais necessárias para alcançar as populações atualmente excluídas. Elas estão organizadas em quatro eixos:

  1. I) Piso de proteção social (políticas universais de saúde e educação; de assistência social, como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada; benefícios previdenciários para grupos vulneráveis; inclusão financeira);
  2. II) Políticas de ação afirmativa (para mulheres, negros, indígenas, pessoas com deficiência entre outros grupos vulneráveis);

III) Desenvolvimento humano sustentável (para que choques, como recessões econômicas, epidemias, desastres naturais, não façam as pessoas voltarem à situação de pobreza);

  1. IV) Participação e autonomia dos excluídos(efetivar os tratados de direitos humanos, garantir o acesso à justiça, promover inclusão, efetivar o direito à informação).

O relatório reconhece que a superação dos desafios do desenvolvimento humano é complexa e envolve reformas não apenas nacionais, mas também em instituições globais, como os mercados, a sociedade civil e os organismos multilaterais. Dentre as sugestões de reformas, constam a regulação de investimentos e mercados justos, um sistema de migração justo, mudanças na composição do Conselho de Segurança da ONU.

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DEFENSORES DO PLANETA FARÁ DENUNCIA À ONU SOBRE ABANDONO DA UEZO, PELO GOVERNO ESTADUAL E BRASILEIRO.

A UEZO é a única Universidade Pública da Zona Oeste do Rio de Janeiro e está vivendo sua pior crise desde a sua fundação, há 11 anos.

Apesar da comunidade da UEZO lutar bravamente para manter a qualidade da Instituição, oferecendo cursos bem reconhecidos e qualificados, com excelentes professores, laboratórios didáticos e de pesquisa de qualidade, programas de pós-graduação com interação com empresas e indústrias da região ela está abandonada pelo poder público e sem recursos.

Neste ano, em que completa 11 anos, a UEZO continua bravamente nos fundos de uma escola estadual, no bairro de Campo Grande, onde ficaria provisoriamente até ser construída sua sede que nunca saiu do papel, com seus docentes e corpo técnico dedicados e esforçados em prol de uma universidade pública de excelência para a Zona Oeste do Rio de Janeiro.

A UEZO não é importante só para os alunos e funcionários, mas para todo o Rio de Janeiro, em especial para a população da Zona Oeste, que abriga mais de UM MILHÃO de pessoas.

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Relatório Mundial das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento dos Recursos Hídricos 2017

O que aconteceria se considerássemos a grande quantidade de água residual doméstica, agrícola e industrial despejada no meio ambiente todos os dias como um recurso valioso ao invés de um dispendioso problema? Essa é a mudança de paradigma defendida pelo Relatório Mundial das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento dos Recursos Hídricos, “Águas residuais: o recurso inexplorado”, oficialmente lançado hoje (22/03/2017) em Durban, na África do Sul, por ocasião do Dia Mundial da Água.

No Brasil, o lançamento acontece no Ministério do Meio Ambiente, como parte do Seminário de Celebração do Dia Mundial da Água – Águas do Brasil: 20 anos de Direito das Águas, organizado pela Agência Nacional de Águas (ANA).

O Relatório Mundial das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento dos Recursos Hídricos (WWDR, sigla em inglês) é um Relatório do UN Water (ONU Água, em tradução livre) coordenado pelo Programa Mundial das Nações Unidas para Avaliação dos Recursos Hídricos, liderado pela UNESCO. O Relatório argumenta que, uma vez tratadas, as águas residuais poderiam se tornar fontes importantes para satisfazer a crescente demanda por água doce e outras matérias-primas.

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A UNESCO e o Ano Internacional do Turismo Sustentável

A Organização das Nações Unidas proclamou 2017 como o Ano Internacional do Turismo Sustentável para o Desenvolvimento em reconhecimento ao grande potencial da indústria do turismo, que responde por cerca de 10% da atividade econômica mundial, para contribuir para a luta contra a pobreza e promover a compreensão mútua e o diálogo intercultural, temas centrais da missão da UNESCO.

Em sua proclamação do Ano Internacional, a ONU declarou: “Promover mais entendimento entre os povos de todos os lugares, o que leva a uma maior conscientização sobre o rico patrimônio de várias civilizações e a uma melhor apreciação dos valores inerentes às diferentes culturas, contribuindo dessa forma para fortalecer a paz no mundo”.

Esses objetivos têm sido reconhecidos há muito tempo pelos vários programas culturais e científicos da UNESCO, sobretudo pelo Programa do Patrimônio Mundial (World Heritage Programme), que vem trabalhando para assegurar que os turistas que visitam seus 1.052 sítios naturais e culturais beneficiem as comunidades locais, e que os fluxos de visitantes sejam administrados de maneira compatível com a conservação do patrimônio.

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COP 22 reforça acordo para tornar os países menos poluentes.

 

As negociações de quase 190 países se encerram nesta sexta-feira (18) em Marrakesh na conferência climática da ONU, sem avanços, mas tendo reafirmado a sua determinação em aplicar o Acordo de Paris, apesar da incerteza criada pela eleição do cético do clima, Donald Trump.

Como garantir que os US$ 100 bilhões anuais prometidos aos países em desenvolvimento serão aplicados em 2020? Como preparar a cúpula de 2018, quando a primeira avaliação das ações dos países deve ser feita?

Quais informações os Estados terão de fornecer sobre a sua política de ação climática para tornar o processo o mais transparente possível?Continuar lendo

Habitat III – Terceira Conferência das Nações Unidas sobre Moradia e Desenvolvimento Urbano Sustentável

“HABITAT III” é a terceira Conferência das Nações Unidas sobre Moradia e Desenvolvimento Urbano Sustentável que irá acontecer em 2016. Isso foi decidido na Resolução 66/xx da Assembléia Geral. Resolução 67/216 decidiu sobre as modalidades, atividades preparatórias e formato da conferência.

Será a primeira das conferências globais após a Agenda de Desenvolvimento 2015. É uma oportunidade para debater e projetar novos caminhos para responder aos desafios da urbanização e as oportunidades que isso oferece para a implementação de objetivos de desenvolvimento sustentável. A conferência promete ser única no sentido de trazer diferentes atores urbanos tais como governos, autoridades locais, sociedade civil, setor privado, instituições acadêmicas e todos os grupos relevantes para revisar as políticas urbanas e de moradia que afetam o futuro das cidades dentro de uma arquitetura de governança internacional, focando na criação da “Nova Agenda Urbana” para o Século XXI que reconheça as mudanças constantes na dinâmica da civilização humana.
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Lançamento da Carta de Juventudes da Zona Oeste

 

O Instituto Rio e parceiros convidam para o evento de lançamento da Carta de Juventudes da Zona Oeste. O documento é produto de uma série de encontros e reuniões e tem por objetivo dar início a um processo de demandas e reivindicações para a Zona Oeste. A carta representa uma síntese dos anseios e preocupações dos jovens da Zona Oeste

 

Data: 28 de setembro às 17:00 às 19:00 – Quarta Feira

Paróquia Cristo Rei – Rua Edgard Werneck, 1605 – Cidade de Deus

 

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ONU: “paralisia política agrava crise de refugiados e prejudica trabalho de organizações humanitárias”

Na segunda-feira (20/06), Dia Mundial do Refugiado, o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, fez um apelo aos países para que compartilhem responsabilidades e combatam o ódio e a xenofobia contra migrantes e refugiados. Morte de refugiados no Mediterrâneo é “um testemunho trágico do nosso fracasso coletivo” em lidar com sofrimento dos que fogem da guerra e violência.

Para o alto comissário da ONU para Refugiados, Filippo Grandi, “líderes mundiais não podem mais assistir passivamente tantas vidas serem desnecessariamente perdidas”

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Dia mundial do meio ambiente é comemorado na zona oeste do Rio de janeiro.

 

Liderado pelo Programa da ONU para o Meio Ambiente (PNUMA), o Dia Mundial do Meio Ambiente é celebrado anualmente no dia 5 de junho. Este ano, o tema clamou por tolerância zero ao comércio ilegal de animais silvestres.

“Solte a fera pela vida”. Este é o tema do Dia Mundial do Meio Ambiente de 2016, celebrado globalmente no dia 05 de junho sob a coordenação do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA). O tema traz à tona o tráfico de animais silvestres e a necessidade de combater esse comércio ilegal que destrói a biodiversidade, ameaça os ecossistemas, gera custos para a economia e coloca em risco a vida de seres humanos.

No Rio, a ONG Defensores do planeta levou o tema para o território da zona oeste, em parceria com o INEA, UNISUAN e o PNUMA, no dia 03/06 foi realizada palestra sobre o tema no CIEP Hélio Pelegrino para estudantes do ensino médio e nas escolas municipais Fabio Cezar Pacífico e Guilherme da Silveira, já no dia 04/06 foi tema de um debate na sede da UNISUAM em Campo grande e no dia mundial do meio ambiente uma trilha no Parque Estadual do Mendanha.

Na zona oeste do Rio, este tema é muito importante de ser trabalhado pois temos uma rica biodiversidade no Parque estadual do Mendanha, logo precisamos através da educação ambiental ensinar como lidar com a fauna local, que as vezes e aprisionada ou morta por falta de informação.

“ Este tema deve ser tratado com seriedade, pois este é um comércio que tem crescido muito, e isso é extremamente danoso para a biodiversidade, pois a maior parte destes animais capturados acabam morrendo no final, sendo assim precisamos conscientizar os cariocas. ” Afirma Mauro Pereira diretor executivo da defensores do planeta.

 

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